Moro
numa cidadezinha bem pequena, onde todos os dias vários meninos se agrupam e
vão jogar bola em um campinho de futebol em que só joga três jogadores para
cada lado.
Nesse
pequeno campinho é o lugar onde nós pulamos de alegria, nós choramos de
tristeza, nós discutimos entre amigos, mas passa um pouco e já volta à amizade.
Aquela bola vermelha com destaques preto e branco, depois de uma semana ela já
não é mais como era, já está toda escapelada, velha e já formando rugas.
Quando
um menino a chuta ela se entorta e quica no chão como se fosse uma pessoa
caindo. Ela chora e quando os meninos menos pensam ela começa a sangrar com um
furo do lado do pino. E assim o jogo acaba e o campinho fica ali parado por um
bom tempo.
Crônica do aluno
Valceonir Luan – 9º ano
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